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Samba Tech e Gustavo Caetano: o que aprender com a empresa e empreendedor

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Entenda o que Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, tem de dicas sobre inovação e empreendedorismo
Samba Tech e Gustavo Caetano, uma empresa e o seu empreendedor! Já parou para pensar na quantidade de coisas que você pode aprender só acompanhando a história de uma das maiores startups do Brasil?

Nosso time leu o livro Pense Simples e reuniu neste artigo três aprendizados que o Gustavo passa nas primeiras páginas da obra. Pronto para aprender?

Samba Tech e Gustavo Caetano: 3 coisas para aprender com a empresa e seu empreendedor

1. Entenda que tudo está mudando e que isso gera muitas oportunidades

O livro Pense Simples nos incentiva a pensar sobre o processo de inovação e a nossa realidade sem medo. Ao contrário, com força para aproveitar tudo isso tem nos a oferecer.

Os problemas mudam, as lógicas mudam, as pessoas mudam. E isso ótimo! (Gustavo Caetano, Pense Simples, pág. 16)


É por isso que existem milhares de oportunidades se formando diariamente. Basta nós as enxergarmos para conseguirmos inovar.

Geralmente quando comentamos esse tipo de coisa as pessoas nos observam com aqueles olhares de “que coisa clichê!”. Mas isso acontece porque elas ainda não enxergaram a prática da teoria. Elas estão apenas escutando “tudo está mudando” mas não estão conseguindo enxergar essas mudanças e as oportunidades geradas por elas. (Maria Eduarda Paschoal, diretora do Aprenda Play)

2. Aceite que nada dura para sempre, que será preciso reinventar seu negócio algumas vezes e que é imprescindível não subestimar possíveis ameaças

Ainda com a linha de raciocínio sobre a mudança constante do mundo, no segundo capítulo do livro, o autor conta um pouco sobre a sua crença de que nada dura para sempre e de que o maior erro dos gestores é subestimar as mudanças.

Para exemplificar o seu ponto de vista, Caetano conta uma história da sua própria família. Seu avô possuía uma fábrica de isolamento de cortiça durante a década 1990. Quando o isopor entrou no mercado brasileiro, toda a sua família acreditou que o material não seria uma ameaça.

Na visão da família, o isopor nunca ocuparia o lugar da cortiça devido a sua baixa qualidade. No entanto, essa visão estava equivocada e a empresa percebeu o erro da pior maneira.

O isopor era de fácil transporte, leve de ser carregado e ainda mais barato, e eles não visualizaram essa oportunidade do concorrente.

Apesar de algumas empresas do exterior ainda preferirem a cortiça durante um tempo, surgiram grandes obstáculos para o produto se manter no mercado.

Era uma crise do produto por inteiro e quando o seu avô percebeu uma possível mudança, ao invés de entender como superá-la e acompanhar de perto seus passos, a subestimou.

Com essa história, Gustavo nos faz pensar sobre cada novo produto que entra no mercado e nos incentiva a não subestimar possíveis concorrentes, mesmo que sejam pequenos e duvidosos.

Apesar de toda essa história, Caetano afirma que é importante fracassar e, mais à frente, ele confirma com a sua experiência que seus fracassos foram imprescindíveis para alcançar o sucesso.
DNA Inovador

3. Não dê desculpas em termos de educação porque na internet há muito material bom

Se antes para inovar era preciso um grande investimento, tempo e muita pesquisa, hoje a situação está mais fácil. É claro que em muitos casos — como na medicina — esse processo ainda é válido. Mas na grande maioria das áreas, não.

Com o fácil acesso à internet, todos possuem uma gama de informações na ponta dos dedos. Gustavo costuma comentar em suas palestras que o interessante do mundo atual é que a informação de Harvard já não está mais apenas em Harvard.

Não há barreiras mais para as informações. As principais não estão apenas nas carteiras das melhores universidades. Está também na internet. (Maria Eduarda Paschoal, diretora do Aprenda Play)

Muitos de seus professores, por exemplo, gravam vídeos para o TED Talks e espalham informações que são ensinadas na melhor universidade do mundo.

Então, o que diferencia você de um aluno de Harvard hoje? Apenas o meio que você consome os conteúdos. Mas o mais importante você já tem: o acesso à informação.

Preste atenção ao método de inovar, não é sentado aguardando uma ideia surgir que você irá inovar

Sobre o DNA inovador, Gustavo comenta que o ato de inovar não é mais aquele em que uma pessoa tem uma brilhante ideia em um segundo aleatório. Não existe mais na prática aquele profissional que fica oito horas por dia sentado esperando a ideia vir.

O significado atual e prático de inovação consiste em processo, metodologia e treino.

Inspire-se com a história bíblica de Davi e Golias e não tenha medo dos gigantes

Uma metáfora muito utilizada por Caetano é a de Davi e Golias.

Você já deve ter ouvido falar da história bíblica de Davi e Golias, que conta sobre o dia em que o pequeno israelita Davi resolveu enfrentar o gigante filisteu Golias.
Davi tinha ido levar alimentos e água para seus irmãos, que lutavam no exército de Israel contra os filisteus, e, chegando lá, viu como Golias insultava e zombava dos soldados israelitas e o ouviu dizer que, se um homem escolhido pelo exército de Israel lutasse contra ele e o derrotasse, os filisteus se tornariam seus escravos.
Se o contrário acontecesse, e Golias vencessem os israelitas é que seriam escravizados pelos filisteus.
No entanto, todo mundo estava morrendo de medo de Golias que, diz a história, tinha 3 metros de altura e era fortíssimo. Todo mundo, menos Davi, que, com coragem, convenceu o rei Salomão de que poderia lutar contra Golias. E lá foi ele para a batalha — sem nem usar armadura, porque não tinha físico para aguentar o equipamento.
Quem assistisse à luta não acreditaria que um rapaz tão pequeno e magrinho pudesse vencer um gigante como Golias.
Quando Davi chegou, seu oponente achou que ia ser moleza, mas Golias não contava com a astúcia do pequeno soldado. Davi não tinha força física, mas tinha inteligência e, usando sua funda — uma espécie de estilingue —, arremessou uma pedra de rio bem na cabeça de Golias. A mira foi tão certeira que matou Golias e libertou os israelitas dos filisteus. (pág. 38)

Trazendo essa história para a realidade dos negócios temos empresas como a Nubank que percebeu uma fragilidade dos grandes bancos e conseguiu conquistar um mercado considerável.

O serviço no bancário brasileiro era burocrático e não atendia às gerações que estavam com a vida acelerada e necessitavam de otimização. Muitos serviços ainda solicitavam a presença física da pessoa até uma agência.

Percebendo essa dor, a Nubank criou um cartão de crédito alinhado com essas dores.

Um segundo exemplo interessante demais é o Aribnb. Com o serviço de hotéis e pousadas se tornando mais caros e com situações como a de hotéis lotado, os fundadores da empresa perceberam uma grande oportunidade de mercado.

O embrião da empresa foi gerado de uma forma muito interessante:

Morando em São Francisco (Califórnia) e precisando levantar dinheiro, Brian e Joe, que dividiam um apartamento, viram em uma convenção que atraia vários viajantes a São Francisco a oportunidade de conseguir uma grana que os ajudaria a pagar o aluguel. Eles perceberam que os hotéis da cidade estavam todos lotados e pensaram: e se a gente alugar os espaços do nosso apartamento para esses turistas? Jogaram três colchões no chão da casa deles, criaram um blog dod ai para a noite — com a ajuda do terceiro sócio, Nathan, — e divulgaram o produto na internet. Pronto. Nascia o embrião do Airbnb. (pág. 42-43)

Está percebendo que apesar de o mercado já possuir gigantes elas sempre deixam alguns pontos que não são aproveitados? Pense em um segmento que você tem afinidade e em quais dores essas grandes empresas não estão solucionando.


Analise quais são as necessidades dos consumidores e comece a gerar insights. Mas lembre-se: inovação precisa de teste e metodologia. Não adianta pensar sobre isso apenas hoje. 

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